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Em tempo

Cachoeira do Piriá: A transição de governo entre a atual prefeita Bete Bessa e o seu ungido nas eleições de outubro, Leonardo Vale, que irá comandar os destinos de Cachoeira do Piriá a partir de 2017, promete ser uma das mais tranquilas da região. O processo teve início ainda no mês de novembro a partir de um decreto assinado pela chefe do executivo cachoeirense e da composição da equipe com membros indicados pelo governo Bete Bessa e pelo prefeito eleito. Durante os trabalhos que se encerram cinco dias antes da posse, Leonardo Vale terá acesso a todas as informações da saúde financeira do município a partir de relatórios contendo os dados das principais ações, projetos e programas executados ou não, juntamente com informações referentes a LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias] e LOA [Lei do Orçamento Anual], bem como das contas públicas - bancos, agências e contas bancárias - inclusive com os saldos demonstrativos da receita em caixa e do saldo devedor.

Santa Luzia: Derrotado nas urnas, o prefeito Adamor Aires, baixou portaria nesta quarta-feira, 21, nomeando a equipe de transição que tem dez dias para concluir o trabalho, antes da posse do novo prefeito. Composto por 05 membros [02 indicados pelo atual prefeito e 03 pelo prefeito eleito], o colegiado deu início ás atividades já a partir desta quinta-feira, 22. Enquanto isso, paralelamente, Adamor determinou a todos os setores da administração municipal que façam relatórios de controle interno contendo todas as informações detalhadas a respeito do acervo patrimonial físico e documental [inclusive com registros fotográficos] de cada órgão, que serão entregues à Câmara Municipal e ficarão a disposição da equipe de transição bem como do novo governo. 

Martelo batido: Juliana Patrizia - a comandante-mor da campanha vitoriosa do prefeito eleito, e diplomado, Edno Alves - irá comandar a Secretaria de Cultura. O nome do titular da Diretoria de Esportes, subordinada à pasta da Cultura, também já foi definido.

Sem festa: Segundo interlocutores próximos ao prefeito eleito Edno Alves, é pouco provável que haja uma grande festa popular em comemoração a posse no dia primeiro de janeiro. O prefeito que assume o município em meio a maior crise econômica dos últimos tempos, prefere conter gastos antes de tomar pé da real situação da saúde financeira da prefeitura que irá comandar pelos próximos quatro anos.

Sem ostentação: A festa de posse para o segundo mandato do prefeito reeleito de Ourém, o popularíssimo Junhão, será um evento pra lá de modesto, embalado pelo encontro de carretinhas sonoras da cidade e show com o artista local, Miguel Carvalho & Banda. São os efeitos da crise...

Folia: O bloco carnavalesco SK - um dos mais badalados e exclusivos da City - já tem data marcada para o primeiro grito de carnaval, o já tradicional SK-VIP. Será dia 18 de fevereiro, último sábado antes da festa do Rei Momo de 2017.

Câmara: O retorno do grupo político do atual prefeito, Adamor Aires, à oposição após quatro anos, cuja maioria na Câmara lhe é favorável, promete colcoar fogo na briga pelo comando da casa que tem tudo para ser uma das mais acirradas dos últimos tempos com lances imprevisíveis. O futuro prefeito Edno Alves quer um dos seus na presidência do parlamento e para isso, mesmo em desvantagem numérica na quantidade de vereadores, vai jogar pesado para atrair algum dissidente da oposição para as fileiras governistas. Por outro lado, Adamor Aires quer o vereador Orley Soares, principal nome da oposição ao futuro governo, no cargo de presidente para dá fôlego ao que restou da "Família 22" e marcar terreno no tabuleiro político luziense.

Crise I: Faltando pouco mais de uma semana para o fim do mandato dos prefeitos de todo o Brasil o que se vê na grande maioria dos municípios é um cenário de terra arrasada, prefeituras com as contas em frangalhos e os gestores de mãos atadas sem nada, ou quase nada, a fazer por conta da crise. Diante da grave situação, são poucos os prefeitos que estão conseguindo arcar com a folha de pagamento dos últimos meses do ano e, principalmente com a conta extra do 13º salário. Só para se ter uma ideia do tamanho do problema, apenas esta semana mais de dez municípios do nordeste paraense - Cachoeira do Piriá, Bragança, Nova Timboteua, Castanhal e Irituia, entre outros - enfrentaram greves de servidores por causa de salários atrasados e o não pagamento do 13º salário. Agora durma-se com um barulho desses...

Crise II: Os prefeitos que irão assumir o cargo a partir de janeiro, especialmente os de primeiro mandato, mal sabem o tamanho da bomba que estão pegando no colo. O limite de gastos do Governo Federal aprovado a toque de caixa há duas semanas pelo congresso e a redução no valor dos repasses constitucionais para os municípios - Fundeb e FPM - imposta pela queda na arrecadação de impostos, representam apenas a ponta do iceberg de problemas que os novos alcaides terão que enfrentar. Sem a providencial ajuda dos recursos federais e com as contas no vermelho será difícil cumprir a maioria das promessas de campanha, o que deverá afetar a imagem dos novos gestores logo de inicio por não honrarem os compromissos assumidos: novas obras, serviços e empregos...

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