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O Pará perde um grande homem - Dom Vicente Zico faleceu nesta segunda-feira


O arcebispo emérito de Belém Dom Vicente Zico faleceu na tarde desta segunda-feira, 04, aos 87 anos, na Residência Episcopal onde recebia acompanhamento médico.

O velório acontecerá na Catedral Metropolitana, a partir das 22 hs e a missa de exéquias será na quarta-feira, 06, 15 hs. Dom Vicente Zico estava com estado de saúde delicado desde que voltou de uma viagem, em Belo Horizonte, onde visitou familiares no início do mês. Ele estava com dificuldades respiratórias, sendo necessária a sua internação hospitalar, e segundo comunicado assinado pelo arcebispo metropolitano de Belém, Dom Alberto Taveira, após breve permanência no hospital, Dom Vicente Zico foi para a Residência Episcopal, onde morava, a pedido do próprio religioso.

VIDA RELIGIOSA

Mineiro da cidade de Luz, oeste de Minas Gerais, Vicente Joaquim Zico completou 33 anos de sagração episcopal. Ainda em sua cidade natal, decidiu ingressar na Congregação de São Vicente de Paulo,aos 16 anos e foi ordenado sacerdote com apenas 23 anos. Trabalhou durante 12 anos no Seminário de Fortaleza, até ser transferido para Petrópolis, onde foi reitor do Seminário por três anos. Em seguida seguiu para Paris, França, onde passou dois anos cursando Pastoral. Já de volta ao Brasil, no Rio de Janeiro ocupou o cargo de conselheiro da Congregação por quatro anos e depois foi eleito conselheiro da Congregação no mundo, seguindo para Roma onde morou por sete anos. Em 5 de dezembro de 1980 foi nomeado pelo então Papa João Paulo II como Bispo Coadjutor da Arquidiocese de Belém. Em março de 1981, Dom Vicente assume o Seminário da Arquidiocese. Dez anos depois, aos 53 anos de idade, sucede Dom Alberto Ramos como Arcebispo.

Dom Zico renunciou a arquidiocese em 2002. Sua renúncia foi aceita em 2004, quando foi nomeado arcebispo emérito. Dom Zico acompanhou o trabalho dos arcebispos Dom Orani João Tempesta, que o sucedeu na arquidiocese de Belém, e Dom Alberto Taveira, que ocupou o cargo após Dom Orani ser nomeado cardeal-arcebispo do Rio de Janeiro.

Leão goleia o Cuiabá e põe a mão na taça da Copa Verde 2015

Nem o torcedor mais otimista poderia imaginar a goleada que o Remo aplicou sobre o Cuiabá-MT no primeiro jogo da final da Copa Verde. Em noite inspirada dos atacantes azulinos, o Leão Azul fez 4 a 1 sobre o Dourado, ficando com uma mão na taça da Copa Verde de 2015.

Para a partida de volta, o time do técnico Cacaio pode perder por até dois gols de diferença que mesmo assim será o grande campeão, e de quebra garante a vaga na Copa Sul-Americana de 2016. A partida de volta está programada para o dia 7 de maio, às 22 hs, na Arena Pantanal.


Prefeito Adamor Aires quita salários dos professores nesta sexta-feira


O Governo Municipal - Administração Adamor Aires - quita os salários de abril de todos os professores da Rede Municipal de Ensino, nesta sexta-feira, 01 de maio.

Mesmo sendo feriado, Dia do trabalhador, os recursos foram transferidos para a conta-salário de cada servidor - efetivo e temporário - e estará disponível para saque nos caixas eletrônicos das agências do Banpará, a partir de amanhã, mostrando o compromisso e o respeito do "Governo da Terra Querida" com os trabalhadores do município.

Governo do estado suspende pagamento dos professores em greve


O governo do estado suspendeu o pagamento dos professores da Rede Estadual de Ensino depois que a categoria rejeitou mais uma proposta apresentada pela Seduc [Secretaria Estadual de Educação] em reunião na manhã de ontem, quarta-feira [29], e decidiu manter a greve que já dura 35 dias. Esta foi a quarta reunião sem avanços entre representantes do governo e o Sintepp [Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará] na tentativa de resolver o impasse que persiste desde o dia 25 de março.

De acordo com o calendário de pagamentos publicado pelo governo na semana passada, os professores teriam os salários creditados em conta nesta quinta-feira, 30. Porém, não é isso que está acontecendo: os servidores estão indo às agências do Banpará sacar seus vencimentos e estão encontrando as contas zeradas por que o governo do estado não repassou os recursos para o banco efetuar os pagamentos.

Tal atitude, simula uma retaliação por parte do governo ao movimento grevista, considerado ilegal pela justiça que inclusive, expediu parecer determinando o fim da greve e o retorno imediato a sala de aula sob pena de multa, que apesar dos vários acenos do governo para o atendimento de algumas reivindicações da categoria, ainda não houve consenso.

Para piorar, o governo ainda não se manisfestou quanto a nova data para o pagamento dos salários de abril dos trabalhadores em educação.

------------------------------------------- Nota -----------------------------------------

Atualização às 13:48 hs - A Sead [Secretaria Estadual de Administração e Finanças], que juntamente com a Seduc está negociando com os professores em greve, emitiu nota no início da tarde desta quinta-feira informando que o pagamento da categoria não foi efetuado hoje como estava previsto no calendário divulgado semana passada em virtude das negociações não terem sido encerradas em tempo hábil para processamento da folha de pagamento do mês de abril, e visando garantir a remuneração dos professores, especialmente dos docentes que continuaram em sala de aula, a folha de pagamento do magistério do mês de abril será paga até o dia 5 de maio. O governo do Estado reforça que a proposta de pagamento dos retroativos dos meses de janeiro março deste ano, em quatro parcelas, está mantida.

Marta Suplicy - senadora e fundadora do PT ao lado de Lula - deixa o partido depois de 33 anos

Do Portal G1

A senadora Marta Suplicy entregou na manhã desta terça-feira, 28, ao diretório municipal do Partido dos Trabalhadores em São Paulo, sua carta de desfiliação à legenda.

Filiada ao PT desde 1981, antes de se eleger para o Senado, Marta foi deputada federal e prefeita de São Paulo. No segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ela assumiu o Ministério do Turismo. Marta ficou na pasta até junho de 2008 e se afastou para concorrer à prefeitura de São Paulo, retornando ao Ministério da Cultura na gestão Dilma Rousseff, depois de se eleger senadora em 2010.

Marta adotou uma postura crítica ao executivo federal desde que deixou o primeiro escalão em novembro do ano passado, pouco depois da reeleição de Dilma. Na carta na qual pediu demissão do governo, ela fez críticas indiretas à condução da política econômica no primeiro mandato da petista.

A relação da senadora paulista com a presidente da República ficou conturbada, em 2014, depois que Marta tentou articular nos bastidores a candidatura de Lula ao Palácio do Planalto. Porém, a situação se desgastou de vez quando Dilma nomeou Juca Ferreira para o comando do Ministério da Cultura.

Irritada com a decisão, Marta desferiu duras críticas ao titular da Cultura em uma rede social e enviou para a Controladoria-Geral da União um documento com denúncias relacionadas à primeira gestão de Juca no ministério. Ele já havia ocupado a pasta no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na carta de desfiliação entregue nesta terça, a senadora paulista voltou a criticar a sigla na qual militou nas últimas três décadas. No texto ela afirma que é de “conhecimento público” que o PT tem sido o “protagonista de um dos maiores escândalos de corrupção que a nação brasileira já experimentou.”

Mesmo após a condenação de altos dirigentes, sobrevieram novos episódios a envolver a sua direção nacional. No meu sentir e na percepção de toda a nação, os princípios e o programa partidário do PT nunca foram tão renegados pela própria agremiação, de forma reiterada e persistente”, diz Marta no documento, ao citar que os crimes investigados geram não só “indignação”, mas também um “grande constrangimento”.


 


Mais tarde, Marta publicou um vídeo em seu perfil no Facebook [assista ao vídeo acima] no qual disse, entre outros pontos, que o PT se desviou do caminhou e se contaminou com o poder. A parlamentar disse deixar o partido para continuar seguindo o caminho que ela descreve como sendo de “luta para a justiça social”.

'Isolada'
Em outro trecho da carta de desfiliação, a senadora disse que foi "isolada e estigmatizada" pela direção do PT ao criticar publicamente a legenda. Ela ressaltou, contudo, que os princípios e o programa partidário do PT “nunca foram tão renegados pela própria agremiação”. De acordo com Marta, a sigla se distanciou “completamente” dos fundamentos que levaram a sua fundação.


Ao tentar empenhar-me numa linha de providências, fui isolada e estigmatizada pela direção do partido. Percebi que o Partido dos Trabalhadores não possui mais abertura nem espaço para o diálogo com suas bases e seus filiados dando mostras reiteradas de que não está interessado, ou não tem condições, de resgatar o programa para o qual foi criado, nem tampouco recompor os princípios perdidos”, diz Marta na carta.

Até onde pude, tentei reverter esta situação. Não fui ouvida. Não tenho compromisso com os reiterados desvios programáticos e toda sorte de erros cometidos. Minha atuação como senadora não pode ser isolada. Todo parlamentar precisa de um partido e o partido se expressa por meio de seus representantes eleitos”, complementou a senadora.

'PT muda ou acaba'
Em janeiro, em uma entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", Marta Suplicy criticou a presidente da República e lideranças do partido e afirmou que "ou o PT muda ou acaba". 
Na ocasião, ela reconheceu que articulou, no ano passado, a candidatura de Lula no lugar da de Dilma e qualificou o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, de "inimigo".

Há duas semanas, Marta deu parecer contrário a emendas que adiavam para o início de 2016 a entrada em vigor do projeto que renegocia dívidas dos estados e municípios com a União. A iniciativa contrariou os interesses do Palácio do Planalto, indo na contramão do esforço fiscal para reajustar as contas públicas.

Brasileiro Rodrigo Gularte é executado em pelotão de fuzilamento na Indonésia

Do Portal da Revista Época Online


A Indonésia confirmou na tarde desta terça-feira, 28, que o brasileiro Rodrigo Gularte foi executado por um pelotão de fuzilamento no complexo de prisões de Nusakambangan, em Cilacap, a 400 quilômetros da capital Jacarta. A informação foi confirmada pelo jornal local Jakarta Post. Além de Gularte, outros sete presos condenados por tráfico foram executados nesta terça.

Familiares se despediram dos nove condenados à morte na Indonésia

Rodrigo Gularte foi preso em 2004 ao tentar entrar na Indonésia com seis quilos de cocaína escondidos em prancha de surfe. Um ano depois, ele foi condenado à morte. Na prisão, ele desenvolveu problemas mentais. O brasileiro foi diagnosticado com esquizofrenia paranoide e, apesar dos inúmeros pedidos de autoridades brasileiras e da família de Gularte para interná-lo em um hospital psiquiátrico, o governo da Indonésia rejeitou os pedidos.

Perfil publicado em ÉPOCA em fevereiro conta um pouco sobre a vida de Rodrigo Gularte.

Surfista, ele tinha o sonho de morar em Bali, na Indonésia, ilha conhecida pelas grandes ondas e praias exóticas. Ele saiu do Paraná, sua terra natal, com a promessa de ganhar quase US$ 500 mil para entrar com seis quilos de cocaína no arquipélago. A aventura terminou no aeroporto de Jacarta, quando o equipamento de raio X detectou a droga.

Gularte se torna o segundo brasileiro a ser executado em pena de morte na Indonésia. No dia 17 de janeiro, o carioca Marco Archer enfrentou o pelotão de fuzilamento, também condendo por tráfico de drogas. Nesta terça, outros sete presos foram executados: um indonésio, dois australianos e quatro nigerianos.

Hoje faz 24 anos da realização do plebiscito de emancipação política de Santa Luzia - conheça um pouco da nossa história



Foi no ano de 1958, à partir do pico demarcatório da BR 316, com a chegada do cearense Manoel Gaia e sua família que se estabeleceram no marco 47 quilômetros distante de Capanema, que a cidade de Santa Luzia do Pará começou sua saga.

A construção da nova rodovia federal, a Pará/Maranhão, deu origem a vila Dr. Tabosa - primeiro nome da localidade, uma referência ao engenheiro responsável pelas obras da estrada - que a partir de então transformou-se em importante entreposto de abastecimento para colonos e comerciantes da região atraindo cada vez mais moradores para a margem esquerda do rio Curí. O passar dos anos e o progressivo crescimento, fez nascer na população o espírito de independência administrativa da cidade-mãe, Ourém, muito distante, de difícil acesso e inviável em todos os sentidos, dando início ao movimento emancipacionista ainda na década de 70, mas que só se concretizou no início dos anos 90.

A eleição do comerciante Raul Mota [PMDB] para prefeito de Ourém, fortalecida por uma robusta bancada de vereadores - Mico [PTB], Bira [PMDB], Assis Pinto [PMDB], Zé Joca [PMDB], Juracy Araújo [PMDB] e Manoel Januário [PFL] - todos, inclusive o prefeito, residentes na então Vila de Santa Luzia, no ano 1988, foi um passo decisivo para a elevação da localidade à categoria de município.

Uma das primeiras tarefas dos recém-eleitos quando assumiram o comando político-administrativo de Ourém [em janeiro de 1989] foi tratar da emancipação de Santa Luzia e para isso tiveram o apoio incondicional dos então deputados estaduais Antenor Bararu [PTB] e Maria de Nazaré [PMDB], os grandes defensores do maior sonho luziense na Assembleia Legislativa que na época tinha a prerrogativa de legislar sobre a criação de novos municípios.

Foi com esse espírito que no dia 28 de abril de 1991, um domingo chuvoso e sem energia até aproximadamente à meia-noite, que os luzienses foram às urnas dizer "SIM" à emancipação depois de vários meses de muito trabalho da "Comissão Pró-emancipação" composta pelos vereadores Assis Pinto, Bira e Manoel Januário; motoristas Jacosinho, José Maria Soares Barros, João Batista [Róla]; professoras Raimunda Reis e Maria José Esteves; pastor da Assembleia de Deus, Moacir Ferreira; padre Rafael Donneschi; moradora Lúcia Machado e a comerciante Fátima Esteves sob o slogan: "Vamos votar sem medo de ser feliz. Dia 28 de abril compareça à sua seção eleitoral e diga sim ao progresso de Santa Luzia.".

O Decreto Legislativo que autorizou a realização do plebiscito foi a Lei Complementar nº 001/90 de 18/01/1990, de autoria da deputada Maria de Nazaré, a Baiana.

Dados do Plebiscito:
  • Aptos a votar: 5.746 eleitores
  • Compareceram: 3.686 eleitores
  • Abstenção: 2.060 eleitores
  • Votaram "SIM": 3.616 eleitores
  • Votaram "NÃO": 44 eleitores
  • Brancos: 26 votos
  • Nulos: 4 votos
  • Número de seções: 23

Em tempo

Faltando apenas seis dias para terminar o prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda, 330.990 contribuintes já cumpriram a obrigação com a Receita Federal no estado. A expectativa é que mais de 600 mil prestem contas com o Leão. Na 2ª Região Fiscal - composta pelos estados do AC, AM, AP, PA, RO e RR - o volume de entrega do documento atingiu 53,6% de um total de mais de 1 milhão, somando 774.366 declarações entregues até às 17 hs de sexta-feira, 24.

Ontem foi dia [ou melhor, noite] de Wesley Safadão em Capanema: se antes eram sertanejos e pagodeiros que ditavam os hits do momento, agora chegou a vez dele, um fenômeno de público e venda, mesmo com a crítica torcendo o nariz, que aportou na Arena Ducar com o Harém do Safadão. Com seu jeito espontâneo e músicas festivas recheadas de bordões que caíram no gosto dos forrozeiros, o estilo Safadão de ser virou uma febre contagiante, no sentido mais real da palavra. Para se ter uma ideia, os ingressos para o show se esgotaram rapidamente tão logo foram colocados a venda com semanas de antecedência. Todos queriam ver o Safadão, que apesar do sucesso estrondoso mantém a mesma humildade do início da carreira quando comandava a banda Garota Safada. Não faz exigências e supervisiona tudo de perto, da estrutura ao repertório e cada detalhe do show, além de ser simpático em cima do palco e interagir com o público sempre com um largo sorriso no rosto.

O cantor forrozeiro Wesley Safadão arrastou uma verdadeira multidão, mais de dez mil pessoas, segundo a organização, para o show em Capanema. Em evidência e queridinho da mídia nacional o cantor e seu harém fazem o maior sucesso por onde passam. No final de semana, além da Capanema, o Safadão fez shows em Parauapebas e Belém para delírio dos milhares de fãs espalhados em solo paraense, inclusive em Santa Luzia que se fez presente maciçamente na Arena Ducar.

A propósito, segundo informações que chegaram até o blog, a noite de ontem não foi apenas de festa, por conta da onda de violência que tem dado a tônica na cidade de Capanema nos últimos tempos apesar do rigor do policiamento ostensivo e preventivo que não tem dado sossego para a bandidagem. Fontes revelaram que dezenas de pessoas foram assaltadas e tiveram seus pertences levados, especialmente aparelhos de celular, durante e após o show quando deixavam a Arena Ducar. Uma moça foi sequestrada em seu próprio carro, um Chvrolet Cobalt, próximo ao posto Pacheco e depois de horas foi abandonada na BR-316, enquanto que o marginal fugiu com o veículo.

E por falar em violência na cidade de Capanema, o caso por lá está tão sério, que na última sexta-feira, 24, a loja de uma grande rede de farmácias localizada no centro financeiro foi assaltada em plena luz do dia. Os marginais aguardaram a chegada dos funcionários logo cedo, por volta das 07 hs, para rendê-los enquanto abriam o estabelecimento. A ousadia foi tanta que nem o rigoroso sistema de vigilância do circuito interno intimidou os assaltantes que permaneceram por mais de 20 minutos no interior da loja antes de fugirem levando aproximadamente 30 telefones celulares de última geração.

Faltando pouco mais de uma ano para a corrida eleitoral de 2016 algumas figuras luzienses - repetidas e bastante conhecidas pelo eleitorado, diga-se de passagem - já estão se articulando e só falam nos arranjos que deverão fazer de olho na prefeitura ou mirando uma cadeira na câmara. Em ano pré-eleitoral ouve-se de tudo: segundo a boataria há candidatos para todos os gostos e interesses. Se confirmadas as informações da "Rádio Cipó News" que bombardeiam a City pelo menso três chapas majoritárias deverão disputar o comando do município no próximo ano. Até a petezada, que assaltou impiedosamente os cofres da prefeitura e faliu o município durante os dois governos que comandou, está mais assanhada que pinto no lixo com a possibilidade de entrar na disputa e sem o torque do PMDB que também está de olho grande no dinheiro do povo e cogita ir sozinho para o embate, já que mesmo em 2012, apesar de terem caminhado de mãos dadas [PT e PMDB] nunca engoliram um ao outro e viviam às turras durante a campanha que consagrou o Prefeito Adamor Aires nas urnas.

Se depender do humor do eleitorado luziense boa parte dos vereadores da atual legislatura será renovada nas urnas ano que vem. Alvo de pesadas críticas por conta da atuação pífia, muitas vezes pitorescas, de alguns parlamentares que mais parecem personagens da fictícia Sucupira - cidadezinha do interior que servia de pano de fundo para a novela O Bem Amado, da Rede Globo - a atual composição da Câmara Municipal é motivo de chacota por parte da população que não se sente representada e não ver a hora de despachar do plenário algumas figuras, que apesar de pouco tempo no centro do poder já entraram para o folclore político do município.

Recordar é viver: na semana passada, fez dez anos de falecimento de duas figuras da máxima importância no cenário político luziense. O ex-prefeito Juracy Araújo e o ex-vice-prefeito Cecéu, que foram grandes amigos e nos deixaram no ano de 2005. Juracy, o primeiro prefeito, e Cecéu, o primeiro presidente da câmara, dupla incansável a quem o povo de Santa Luzia deve muito pelo trabalho árduo quando o município ainda engatinhava e carecia de tudo.


Acontecerá no próximo domingo, 03, a sexta edição da já tradicional Cavalgada Camponesa de Santa Luzia. O show de encerramento será por conta do cantor forrozeiro Antônio Marcos & Banda, que terá ainda a escolha da Garota Camponesa.

Indígenas luzienses da etnia Tembé participaram na semana passada em Belém juntamente com representantes das aldeias Kaiapó de uma reunião no auditório do CEE [Conselho Estadual de Educação], para tratar de questões relacionadas a problemática da educação indígena que servirão de base para as discussões do Fórum Permanente de Educação Escolar Indígena do Pará. Durante a reunião foi apresentado o diagnóstico da educação escolar indígena no Pará com todas as demandas indígenas e as propostas serão encaminhadas aos integrantes do Fórum. Participaram do evento Piná Tembé, de Santa Luzia do Pará, representantes da Ufpa [Universidade Federal do Pará] e do Ifpa [Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Pará], além de técnicos da Seduc e do CEE. O Fórum Permanente de Educação Escolar Indígena do Pará é constituído por mais de vinte instituições que ofertam ou atuam com a educação escolar indígena no estado e os encontros ocorrem uma vez por mês para discutir as propostas de melhorias na área.

Câmara dos Deputados realiza sessão itinerante em Belém no mês de maio


O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, acompanhado de outros deputados federais, estará na edição paraense da Câmara Itinerante no dia 8 de maio.

O projeto, idealizado pelo próprio Cunha, pretende levar a Câmara dos Deputados até os cidadãos das diferentes regiões do país, para que os parlamentares ouçam as necessidades locais, acolham sugestões e ampliem a agenda legislativa nacional.

A Câmara Itinerante já passou por outras capitais e agora chegou a vez de Belém. Para participar dos debates, a população pode enviar perguntas e sugestões, em tempo real, por meio do portal e-Democracia ou pelo e-mail camaraitinerante@camara.leg.br. Usuários do instagram e do twitter podem usar a hashtag #camaraitinerantePA.

Até Giovanni Queiroz ganha boquinha no governo Dilma Rousseff


Definitivamente Dilma Rousseff é uma "mãesona". A petista - mesmo achacada por uma série infinita de crises que afeta até a medula do governo - não deixou na chuva os paraenses que apoiaram sua reeleição, mas se deram mal na urnas.

Dilma já arrumou uma boquinha amiga em Brasília para Helder Barbalho, Claudio Puty e até mesmo para o multi-processado Lira Maia. O último a ser agraciado com um cargo no cabide de empregos da Esplanada dos Ministérios foi o ex-deputado Giovanni Queiroz que assumiu nada menos que a Secretaria Executiva de Políticas Públicas de Emprego e Renda do Ministérios do Trabalho e Emprego. A posse ocorreu no auditório do MTE no último dia 09 e foi presidida pelo ministro Manoel Dias, da cota do PDT, mesma legenda de Queiroz.

Em tempo

A ação de cidadania realizada na aldeia da etnia Tembé, em Santa Luzia, para comemorar o Dia do Índio no último domingo, 19, foi resultado de uma grande articulação e parceria do Prefeito Adamor Aires junto a Vice-Governadoria do Estado. Sensível a causa indígena, o vice-governador Zequinha Marinho se prontificou a ajudar desde o início e não só colocou à disposição toda a equipe do seu gabinete como reforçou a parceria com o deputado estadual Dr. Jaques Neves, que é médico cardiologista e ficou responsável por todas as atividades ligadas à saúde; Defensoria Pública, que prestou assistência jurídica, e o Pro Paz, responsável pela emissão de documentos.


À Prefeitura de Santa Luzia coube o apoio logístico - para que toda a ação pudesse ser realizada - e a cessão de pessoal dos quadros da Secretaria de Assistência Social, sob o comando da primeira-dama Irene Sousa, para prestar atendimento realizando cadastros nos programas sociais do governo federal, bem como de servidores da Secretaria de Saúde para a prestação de serviços odontológicos. Durante dois dias, a ação de cidadania, saúde e beleza levou a doze aldeias que integram a Reserva Alto Rio Guamá os serviços de emissão de carteira de identidade, CPF, certidões de nascimento e casamento, fotos 3x4, atendimento jurídico, corte de cabelo, limpeza de pele, atendimento médico [nas especialidades cardiologia, clínica geral, pediatria, endocrinologia...], atendimento odontológico, aplicação de flúor e escovação, além de exames como eletrocardiograma, aferição de pressão arterial e verificação de glicemia.

A comunidade indígena, sob a liderança do cacique-vereador Naldo Tembé, retribuiu com muita gentileza e demonstração de amizade cantando e dançando para os convidados conforme ditam os costumes do povo da floresta. A festa começou no barracão de eventos da aldeia Itaputyre, que sediou o evento, logo pela manhã e se estendeu por toda a tarde com índios e não-índios dançando no terreiro em uma grande celebração de irmãos, todos juntos de braços dados. Porém, durante o bate-papo entre autoridades e índios, os anfitriões expuseram as dificuldades, de toda ordem, enfrentada pelo povo Tembé e entregaram ao vice-governador Zequinha Marinho e ao Prefeito Adamor Aires um documento contendo várias reivindicações, muitas delas históricas e bastante conhecidas, mas até hoje ainda sem solução.

O tão sonhado Hospital Regional de Capanema, obra do Governo do Estado, que seria concebido a partir de uma adaptação do antigo hospital São Joaquim - pertencente à família do ex-prefeito Jorge Costa, que há quase três anos foi vendido para o governo estadual com essa finalidade - ainda deverá custar um bom tempo para tornar-se realidade. Desejo do povo de Capanema e, também dos municípios vizinhos da Pará/Maranhão e região do Caeté, o HRC será a solução para o desafogamento das poucas unidades de saúde capanemense que, devido a alta procura, mal conseguem atender a demanda atual. O problema é que de acordo com o cronograma inicial, as obras de ampliação e adequação do ex-São Joaquim já deveriam está a todo vapor, mas até agora nada foi feito e na semana passada o deputado Eduardo Costa, um dos ex-donos do antigo hospital, declarou à imprensa que o São Joaquim será totalmente demolido para a construção do HRC e isso ainda vai levar algum tempo.

Desde a reeleição da presidente Dilma Rousseff, ainda no ano passado, que todos os cenários desenhados por economistas e gente que entende do riscado previam tempos sombrios para o Brasil em 2015, mas foi com a posse da petista em janeiro que os maus presságios converteram-se na mais nítida, porém amarga, realidade que nenhum brasileiro desejava. O desalentador, é que o mercado há muito tempo dava sinais e os operadores da economia alertavam para o perigo, baseados nos resultados pífios e nos caminhos trilhados pela política econômica conduzida por Dilma Rousseff e o PT, mas ninguém fez nada para reverter esse quadro e as consequências vieram a galope: crescimento negativo da economia, crise política, institucionalização da corrupção, desconfiança dos investidores internacional e etc, etc, etc... E agora, quem poderá nos salvar?

Como era de se esperar, a crise que assola o país já bateu à porta dos municípios, e apenas para não esquecer, dos pequenos principalmente, a exemplo de Santa Luzia. O corte nos gastos públicos, imposto pelo governo federal, na tentativa desesperada de salvar a economia, arruinada por doze anos de descontroles sob o comando do PT, está afetando mortalmente a saúde, a educação e o FPM [Fundo de Participação dos Municípios], únicas fontes de receita dos pobres municípios que dependem exclusivamente da boa vontade e do humor da União. Com a corda no pescoço, para enfrentar os desafios impostos pelo momento econômico pouco favorável os prefeitos estão sendo obrigados a passar a tesoura nos gastos e enxugar o orçamento o máximo possível, e para isso uma das poucas saídas é a demissão de trabalhadores.

De mão atadas, sem dinheiro e com os repasses de recursos cada vez menor não resta outra alternativa para os prefeitos a não ser demitir. Ao contrário do que pregam alguns, desconfia-se que de legítima má fé, é claro que nenhum prefeito demite por vontade própria, a não ser que esteja abandonando a vida pública, por que medidas impopulares desse quilate costumam trazer prejuízos políticos irreparáveis. Diante de tal cenário, em Santa Luzia não é diferente: com os recursos cada vez mais escassos e as despesas que não param de crescer o Prefeito Adamor Aires também foi obrigado a aplicar o mesmo remédio amargo que a grande maioria das administrações municipais está lançando mão para fugir da falência total, por isso o corte de pessoal para conter despesas se fez nefastamente necessário evitando o risco de chegar o fim do mês sem as prefeituras terem dinheiro para pagar os salários.

Apesar de todos os percalços, o Prefeito Adamor Aires tem sido incansável na luta em defesa do povo luziense e, principalmente, em busca de recursos para o município. Por conta do bom trânsito que tem no meio político paraense - onde preserva muitas e grandes amizades desde a época de Assembleia Legislativa - e do alto prestígio que goza junto ao Governador Simão Jatene, o Prefeito Adamor vive com um pé em Santa Luzia e outro na capital do estado sempre buscando algo para o seu povo. Mesmo assim ainda há aqueles, gente que não desfruta do mínimo de discernimento e contudo ainda sai falando asneiras por aí, que acham que o Prefeito deveria está todos os dias sentado no gabinete da prefeitura esperando as coisas caírem do céu. Ora, se com toda a correria em Belém, em Brasília e por aí afora atrás de recursos os problemas são gigantescos, imaginem se o Prefeito se limitasse apenas em ir todos os dias para o seu gabinete e ficar sentado vendo o tempo passar como não estaria o município.

Se depender das informações - de fontes fidedignas, diga-se de passagem - que chegaram até o blog esta semana, em breve, provavelmente em um mês, ou talvez um pouco mais, estará disponível para os luzienses o sinal de mais uma operadora de celular. Trata-se da Claro que, inclusive, já instalou antena na mesma torre da operadora Vivo, no Km 48, e está trabalhando a todo vapor para disponibilizar seu sinal colocando fim em mais de uma década de dependência absoluta dos luzienses em relação a Vivo, que por ser a única operadora disponível em Santa Luzia se dá ao luxo de prestar péssimos serviços. Ufa!!! Já estava mais do que na hora...

A prefeitura de Santa Luzia - Administração Adamor Aires - está preparando, através da secretaria de Cultura, Esporte, Turismo e Juventude, com o apoio das diretorias de Esporte, Cultura e Comunicação uma programação especial para comemorar o dia do Trabalhador em primeiro de maio. Como de praxe acontecerão atividades esportivas como as maratonas masculina e feminina e torneio de futebol na quadra de areia e jogo comemorativo no Estádio Municipal.

Está tudo pronto para a realização, em Capanema, do I Encontro de Presidentes de Câmaras Municipais do Nordeste do Estado do Pará, no próximo sábado, dia 25, quando aproximadamente 20 municípios estarão representados. Da pauta constam temas como orçamento impositivo e emendas parlamentares individuais aos vereadores, a exemplo do que já é concedido aos deputados e senadores; subsídio diferenciado aos presidentes de câmaras, que mesmo tendo a responsabilidade de administrar a casa ganha igual aos demais edis; e a reforma política que está tramitando no Congresso Nacional. Os vereadores dizem que com as emendas parlamentares deixarão de esmolar no gabinete dos prefeitos quando querem realizar uma obra, tendo muitas vezes que transformar seus mandatos em moeda de troca. A organização do evento será da Abracam [Associação Brasileira de Câmaras Municipais].

Índios Tembé em Santa Luzia do Pará recebem ação de cidadania

Da Agência Pará de Notícias

No fim da programação, os índios fizeram apresentações culturais de dança, pintura corporal e exposição e venda de artesanatos
Durante dois dias, a ação de cidadania, saúde e beleza levou a doze aldeias da região serviços diversos, como atendimento médico e exames
Atendimento médico em diversas especialidades, como cardiologia, clínica geral e endocrinologia, foi levado de graça para os índios Tembé do Alto Rio
Para as crianças indígenas o fim de semana foi de ida ao dentista. Elas receberam orientações sobre como cuidar melhor dos dentes.
As lideranças indígenas entregaram ao vice-governador Zequinha Marinho um documento com pleitos nas áreas de segurança pública e educação
Entre os serviços ofertados estavam a emissão de carteira de identidade, CPF, certidões de nascimento e casamento e atendimento jurídico
Da Redação
Agência Pará de Notícias

A comemoração do Dia do Índio, celebrado no domingo, 19, foi diferente este ano na aldeia Itaputyre Tembé, no município de Santa Luzia do Pará, no nordeste do estado, onde vivem cerca de 250 indígenas. Eles e os índios das aldeias da etnia Tembé, da região do Alto Rio Guamá, Pirá, Jacaré, São Pedro, Sede, Frasqueira, Itahu, Itauari e Itwaçu receberam uma série de serviços e benefícios levados pelo Governo do Estado, numa iniciativa da Vice-Governadoria, que se uniu a outros parceiros, como a Defensoria Pública, Pro Paz e a Prefeitura de Santa Luzia do Pará.

Durante dois dias, a ação de cidadania, saúde e beleza levou a doze aldeias da região os serviços de emissão de carteira de identidade, CPF, certidões de nascimento e casamento, fotos 3x4, atendimento jurídico, corte de cabelo, limpeza de pele, atendimento médico [nas especialidades cardiologia, clínica geral, pediatra, endocrinologia], atendimento odontológico, aplicação de flúor e escovação, além de exames como eletrocardiograma, aferição de pressão arterial e verificação de glicemia.

Para os índios, foi a primeira oportunidade de receber esses serviços. Antônia Tembé acompanhava a filha Dariane para tirar carteira de trabalho e o RG. "Já fomos para Capitão Poço e Ourém duas vezes. Ficamos numa fila enorme e, no fim, nem conseguimos tirar o documento porque a senha terminava antes do nosso atendimento. Agora o governo trouxe o serviço e todos foram atendidos. Foi uma grande oportunidade. Além dos documentos da minha filha, vou tentar fazer logo meus exames", disse a indígena.

Cidadania – Sueli Ananias, 40 anos, da aldeia Pakaty, fez um eletrocardiograma pela primeira vez. O exame já havia sido solicitado por um médico antes, mas ela ainda não tinha condições de pagar. "Achei muito boa essa ação vir até nós. Não foi preciso sair daqui. Essa era minha dificuldade, por causa dos custos", afirmou.

Cláudio Sarmento Tembé, 68 anos, nascido e criado na aldeia sede, fez exame de sangue e eletrocardiograma. "Foi ótimo para mim, pois não tenho condições de pagar para ir até Belém ou cidades próximas. Essa ação é nossa, nas nossas terras e de graça para o nosso povo", reforçou.

Maria de Nazaré e outros índios se deslocaram apenas alguns quilômetros da aldeia sede para a Itaputyre. Ela foi trocar o registro de nascimento do sobrinho Renzo, 10 anos. "O registro dele era da Funai desde que nasceu, e sempre tivemos dificuldade para trocar pelo do cartório. Fiquei feliz quando avisaram que ia ter essa ação. Aqui está ótimo porque até as filas são pequenas e estão atendendo todo mundo. O governo está olhando de verdade para o nosso povo", assinalou.

Dawati Tembé, que fez exame de sangue, disse não lembrar a última vez que tinha recebido esse tipo de atendimento. "É bom cuidar da saúde, mas vindo até a aldeia fica mais fácil do que sair daqui", disse. Clemente Tembé, 64 anos, da aldeia Zawar Uhu, disse estar muito feliz pela programação. "Com todas as parcerias, muita coisa vai ser desenvolvida para o nosso povo. Essa ação está sendo muito boa e sei que pode continuar".

Pedidos – As lideranças indígenas Piná Tembé, Ednaldo Tembé, Tazahu Tembé,
Puyr Tembé, Pedro Techilo Tembé, Alexandre Tembé, Cláudio Tembé, Kelé Tembé, Zequinha Tembé e Kamirã Tembé entregaram ao vice-governador Zequinha Marinho um documento com reivindicações. Os principais pleitos dizem respeito à segurança pública e à educação. Os indígenas pedem que a polícia ambiental permaneça no local, a contratação de professores índios, melhoria da qualidade da merenda escolar e conclusão das escolas que estão sendo construídas nas aldeias.

Esta é a primeira ação que fazemos após uma articulação de parcerias importantes e fundamentais para a concretização deste projeto de atender a comunidade. Nossa satisfação é muito grande, porque antes de chegarmos aqui, tivemos parceiros disponíveis desde o início da articulação. A Defensoria Pública, principal parceiro na emissão de documentos, enviou equipes para trabalhar durante o sábado e domingo. A equipe do Pro Paz viabilizou a estrutura para trazer todos até aqui, além dos demais parceiros”, asseverou.

Além dessa ação, o vice-governador e equipe fizeram várias visitas no fim de semana, inclusive nas obras das escolas, para conhecer as demandas e problemas das aldeias. “Esse é um trabalho que não será feito apenas aqui. Vamos continuar fazendo essas ações em outros lugares também. Já estamos programando para o próximo mês de maio um evento semelhante na comunidade quilombola no município de Baião”, anunciou Marinho. No fim da programação, os índios fizeram apresentações culturais de dança, pintura corporal e exposição e venda de artesanatos.

Aurea Gomes
Vice-Governadoria

Vice-governador Zequinha Marinho e o Prefeito Adamor Aires comemoram o Dia do Índio com uma grande ação de cidadania na aldeia Tembé

Uma grande ação de cidadania, parceria entre a vice-governadoria do estado e da prefeitura de Santa Luzia, que incluiu atendimentos médicos, odontológicos e jurídicos, emissão de documentos, cadastro nos programas sociais do governo federal e distribuição de cestas básicas, foi realizada no último domingo [19] para comemorar o Dia do Índio na aldeia da etnia Tembé.

Estiveram presentes o vice-governador Zequinha Marinho, o Prefeito Adamor Aires, o vice-prefeito Robson Federal, o deputado federal Arnaldo Jordy, os deputados estaduais Jaques Neves e Antonio Tonheiro e os prefeitos Junhão [Ourém] e Xavier [Garrafão do Norte], além de outras autoridades do estado e de municípios vizinhos. O vereador luziense Naldo Tembé, que é o cacique dos Tembés, anfitrião, recebeu os convidados com uma grande festa e manifestações típicas da nação indígena.

Confira abaixo algumas imagens desse evento:








O Liberal - Santa Luzia é um dos poucos municípios que prestaram contas dos recursos da educação e estão com o nome limpo

O Liberal - jornal impresso de maior circulação e de credibilidade irrefutável do estado - publicou na sexta-faira passada [17] reportagem de meia página em um dos principais cadernos listando os poucos, apenas 19 de um total de 144, municípios paraenses que estão em dia com as prestações de contas dos recursos da educação junto aos órgão federais. Em linguagem mais simples, significa dizer que apenas esses 19 municípios estão com o "nome limpo" na praça e aptos a receber mais recursos para novos convênios com a União.

Em todo o país apenas 1.069 municípios, dos mais de 5.500, prestaram contas dos recursos recebidos para financiamento de projetos na área da educação, e Santa Luzia figurar entre eles não é nenhuma novidade visto o zelo e o rigor, tanto por parte do Prefeito Adamor Aires quanto do secretário de Educação Robson Federal, com o uso correto do dinheiro público que têm pautado a atual Administração desde o início. Está em dia com as obrigações contábeis junto ao governo federal, significa que Santa Luzia prestou contas de cada centavo recebido e teve suas contas aprovadas pelos órgãos de fiscalização e controle dos gastos públicos da União, e mais, apesar das vozes dissonantes da oposição o Governo Adamor Aires usou corretamente todo o dinheiro recebido, ao contrário das mentiras veiculadas por alguns irresponsáveis que vendem o município como terra arrasada. A prova, contundente, está aí.

Abaixo, imagem da página do jornal O Liberal seguida da transcrição, na íntegra, da reportagem para que o leitor, diante da dificuldade de ler a visualização da imagem, possar acompanhar a matéria sem nenhum problema:

Clique na imagem para ampliar

Apenas 13,19% das prefeituras do estado do Pará informaram ao governo federal qual o destino dado ao dinheiro repassado para investimentos na educação, ano passado. Em números absolutos, 19 administrações municipais paraenses prestaram contas até as 16:45 hs de ontem. Abaetetuba, Bannach, Breu Branco, Capanema, Castanhal, Colares, Conceição do Araguaia, Curionópolis, Faro, Floresta do Araguaia, Marapanim, Paragominas, Santa Izabel do Pará, Santa Luzia do Pará, Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia, São Miguel do Guamá, Sapucaia e Terra Santa já cadastraram as informações no Siope [Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação]. Ao todo, 125 cidades do Estado ainda precisam regularizar a situação. O prazo final segue até o dia 30 de abril. Os gestores que não cumprirem a determinação terão problemas para receber recursos de convênios ou firmar novas parcerias com o governo federal.
Em todo o país, até a tarde de ontem, 1.069 municípios haviam prestado contas, o que equivale a 19,19% do total de cidades do Brasil. O estado com mais cidades regularizadas é Sergipe, com 48% dos municípios adimplentes. Ceará [35,86%], Santa Catarina [32,20%] e Goiás [31,30%] aparecem em seguida. Por outro lado, Roraima [0%], Amapá [0%], Maranhão [5,06%], Rio de Janeiro [7,60%], Alagoas [7,84%] e Amazonas [8,06%] estão com menos cidades que já transmitiram os relatórios para o Siope. 
Os dados são do FNDE [Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação]. A prestação de contas deve ser feita diretamente no Siope, disponível no site do FNDE. Os Estados também devem enviar a prestação de contas. O prazo é, no entanto, maior, até o dia 31 de maio. Até o momento, nenhum estado ou o Distrito Federal explicou os investimentos em educação feitos no ano passado. 
Pela Constituição, os entes federativos devem investir no mínimo 25% do que arrecadam em educação. Se o estado ou município não investir esse mínimo em manutenção e desenvolvimento do ensino, o FNDE envia, automaticamente, um comunicado aos tribunais de contas estaduais e ao Ministério Público informando o não cumprimento da norma.
Quem não cumprir o prazo ou não conseguir comprovar o investimento mínimo fica inadimplente no serviço. Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias [Cauc] do governo federal. Com isso, deixa de receber recursos de transferências voluntárias da União e fica impossibilitado de firmar novos convênios com órgãos federais.