Em tempo
A cerimônia de posse do Governador Simão Jatene, reeleito para um terceiro mandato à frente do executivo estadual, que acontecerá na próxima quinta-feira, 1º de janeiro, na Alepa [Assembleia Legislativa do Estado do Pará] será restrita a deputados estaduais, familiares dos empossados e cerca de mil convidados, além de profissionais da imprensa. Simão Jatene e o vice Zequinha Marinho serão conduzidos por líderes dos partidos até a mesa presidencial, composta pelo presidente da casa, deputado Márcio Miranda, pelo prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, e por representantes do Senado, Câmara dos Deputados, Tribunal de Justiça Eleitoral e Ministério Público, para a leitura do juramento e o ato de assinatura de posse. Terminada a cerimônia na Alepa, o governador passará em revista a tropa da Polícia Militar e depois seguirá para o palanque montado em frente ao Palácio Lauro Sodré onde receberá a faixa governamental.
O paraense vai começar o ano colocando a mão no bolso por que a presidente Dilma Rousseff resolveu dá as boas vindas a 2015 com um tarifaço: já reajustou em 14% o preço da energia elétrica semana passada e acabou de anunciar para o dia 1º de janeiro aumento no preço dos combustíveis. Na contramão do bom senso a petista concedeu o menor reajuste do salário mínimo dos últimos anos, apenas 8,8%, passando de R$ 724,00 para R$ 788,00 à partir do primeiro dia do ano.
As paradisíacas capitais nordestinas, especialmente São Luís e Fortaleza, são destinos certos da maioria dos luzienses que estão deixando a City neste final de ano. Além das belezas naturais do Nordeste, o mix de atrativos inclui os preços. Mais do que salgados, os pacotes e hospedagens em hotéis e pousadas paraenses estão afugentando muita gente das praias litorâneas. Salinas, especialmente, virou sinônimo de carestia, péssimos serviços e falta de estrutura que ano após ano atrapalham o turismo local. Com um simples telefonema é possível negociar e baixar os preços em hotéis de cidades nordestinas, que sinceramente são muito melhores que os encontrados na costa paraense, onde não há conversa que seja capaz de reduzir os preços absurdos cobrados.




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