Em tempo
Welliton dos Teclados, um dos maiores talentos da terrinha, está novamente em turnê pelo sudeste do estado: no final de semana, Welliton fez shows na cidade de Marabá.
Está em pleno funcionamento a escola de informática Pe. Elias, no prédio anexo à Igreja Matriz, com aulas gratuitas para jovens e adultos.
Segundo informações está havendo um verdadeiro "derrame" de cédulas falsas, de R$ 50,00 e R$ 100,00, em Santa Luzia e região: vários estabelecimentos da City já foram vítimas desse golpe nos últimos dias.
Faltando pouco mais de um mês para a realização do plebiscito que vai decidir pela divisão ou não do Pará para a criação de mais dois estados, Carajás e Tapajós, a campanha do "Não" está pegando, e pelo que se desenha parece que vai obter êxito nas urnas, mesmo sem muita mobilização das frentes que defendem essa bandeira.
À propósito, este blogueiro que vos escreve é simpático à criação do estado do Tapajós por entender que aquela região é carente no tocante à políticas públicas devido as dimensões continentais do estado do Pará, que dificultam as ações do governo central deixando a população tapajônica sem a devida assistência e principalmente sem os investimentos necessários para o seu desenvolvimento, e a independência viria exatamente para quebrar esse gargalo. Então, "Sim" para o Tapajós.
Quanto à criação do Carajás, trata-se de um golpe do capital político e financeiro regional que pretende dominar a parte mais rica do Pará onde estão concentradas as maiores atividades minerais do país, que geram divisas volumosas oriundas dos royalties para os municípios daquela região. E mais, todos os estudos técnicos já realizados até agora atestam a inviabilidade da emancipação territorial do sul e sudeste do Pará devido a sua incapacidade financeira para gerir a estrutura administrativa que a nova unidade federativa requer. Portanto, para o Carajás é "Não e não".
Venceu hoje o prazo de 90 dias, o anterior era de 45, para o início das aulas na escola João Gomes, mas até agora aula que é bom mesmo: "necas de catibiriba". Segundo informações extraoficiais, a firma responsável pelas obras pediu mais uma semana de prazo, adiando assim para a próxima segunda-feira o retorno dos alunos à sala de aula para cumprirem o segundo semestre do ano letivo, que diga-se de passagem está bem atrasadinho.


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