Tempos difíceis
Agora, escorraçados do comando do município pela justiça por conta dos malfeitos praticados pelo rei e seus principais valetes, os petistas, condenados ao ostracismo político, estão retornando às suas origens [há muito obsoletas] de humildes proletários, paladinos da ética, da moral e do zelo como bem público: princípios esquecidos diante do odor burocrático dos gabinetes que os enebriou enquanto estiveram albergados na prefeitura.
Diante da nova realidade, sombria, diga-se de passagem, a petezada voltou os olhos para a militância, relegada ao limbo, pelos cardeais que a descartaram depois que galgaram as mais altas instâncias do poder. Novamente útil, a massa de manobra tornou-se alvo de flerte dos discípulos de Marx & Cia. Há dias que os colnclaves, dignos apenas do alto clero em tempos de governo, tornaram-se reuniões de companheiros onde não se ouvem mais as palavrinhas mágicas dos petistas nos últimos tempos: dinheiro e poder.
Na verdade, o que fazem nas reuniões diárias é discutir a relação numa espécie de terapia de grupo diante do choque de realidade com a realeza petista convertida em plebe. São as armadilhas do poder, que envenena a alma e condena o homem. Diz um adágio popular...


Um comentário:
Mas nem um tem patrimônio tão imenso como o Adamor ou será q ele trabalhou honestamente ,tirou tudo o q pode do cachoeira do piriá
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